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Ascop entrega projeto
ao governador
que muda os critérios para o exercício profissional
na administração pública
O governador do estado, Luiz Henrique da
Silveira, recebeu, no último
dia 14 de julho, em Florianópolis, comissão da ASCOP – Associação
dos Conselheiros Profissionais de Santa Catarina - que lhe entregou proposta
de projeto de lei prevendo que ingresso no exercício de cargos,
empregos ou funções da administração direta
e indireta do Estado, para os quais é exigida qualificação
profissional de nível superior, seja precedida de comprovação
do registro no Conselho Regional e demais órgãos de fiscalização
profissional correspondente à respectiva qualificação.
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Participaram
da audiência com o governador, o deputado estadual Djalma Berger
(autor do projeto), o secretário da administração,
Marcos Vieira, o presidente da ASCOP e da OAB/SC, Adriano Zanotto,
além de vários presidentes e representantes de Conselhos
Profissionais. |
De
acordo com o projeto apresentado ao governador, em julho de cada
ano, os exercentes dos cargos, empregos ou funções
públicas, deverão comprovar o pagamento da anuidade
perante os respectivos Conselhos Regionais e demais órgãos
competentes da administração estadual a que estiverem
vinculados. Se aprovada a matéria, os atuais exercentes
dos cargos, empregos ou funções na administração
direta e indireta terão o prazo de 60 dias, para a comprovação
do exercício profissional.
O
governador afirmou que encaminhará a proposta para a análise
da Procuradoria do Estado sobre a constitucionalidade da matéria. “Se
não houver problema, poderemos enviar o projeto já em
agosto”, afirmou o governador. |
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De
acordo ainda com o projeto, os órgãos da administração
direta e indireta do Estado deverão anualmente enviar, aos Conselhos
Regionais e demais órgãos de fiscalização
profissional, encarregados de fiscalizar o exercício profissional,
a relação nominal dos exercentes de cargos, empregos ou
funções para os quais é exigida a habilitação
de nível superior.
“
Os profissionais, devidamente registrados nos seus órgãos
de classe, estão sujeitos a fiscalização de suas
atividades devendo cumprir suas funções de acordo com os
dispositivos legais respectivos e o código de ética profissional”,
afirmou Zanotto. “Daí a importância da administração
pública manter, em seus quadros, profissionais devidamente qualificados
e habilitados em seu respectivo Conselho de Classe”, completou.
A ASCOP reúne 17 conselhos de classe no estado.
Fazem
parte da ASCOP os Conselhos de: Administração, Biblioteconomia,
Contabilidade, Corretores de Imóveis, Economia, Educação
Física, Enfermagem, Engenharia, Arquitetura e Agronomia, Farmácia,
Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Medicina, Medicina Veterinária,
Representantes Comerciais, Serviço Social, Odontologia, Química
e OAB/SC.
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