Censo revela condição dos corretores de imóveis do país

Na pesquisa realizada pelo COFECI, do total de 112.540 profissionais que responderam ao questionário, 6.818 - 6,06% - atuam em Santa Catarina.

Os corretores de imóveis catarinenses possuem automóvel (85,92%), casa própria (75,33%) e computador (75,77%), o que os coloca à frente da média nacional que é, respectivamente, de 78,73%, 72,86% e 13,47%. A maioria dos profissionais que atua no Estado (57,32%) é autônoma e apenas 34,88% possui escritório, dados que são confirmados com a resposta de 77,47% dos entrevistados, que revelaram não ser sócio/proprietário de imobiliária, e de 25,52% que observaram que trabalham em construtoras.

Do total, 27,31% (contra 25,17% da média nacional) ganha entre R$1.000,00 e R$2.000,00 por mês, e outros 15,99% (contra 14,72% da média nacional) ganha de R$2.001,00 a R$3.000,00. Acima de R$ 3.001,00 e menos de R$ 10.000,00 é a renda de 20,48% (a média nacional é de 19,79%) dos profissionais que responderam ao questionaram. Acima de R$10.000,00 é o rendimento de 2,08% dos entrevistados (contra 2,38% da média nacional). No quesito educação, a população de corretores (as) de imóveis de Santa Catarina também está bem, se compararmos os dados com a média nacional. Dos entrevistados que atuam no Estado, 50,40% completou o ensino médio e 38,60% tem curso superior, enquanto que a média nacional é, respectivamente, de 46,32% e de 43,02%.

A grande maioria dos que responderam ao questionário e que atua em Santa Catarina ingressou na profissão após cursar o TTI - Curso Técnico de Transações Imobiliárias, enquanto que 1,47% reparou-se através do curso de Gestão Imobiliária.

A pesquisa revelou, ainda, que os corretores de imóveis somam 77,94% do universo de 6.818 profissionais de Santa Catarina.